domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos Pais

Este é o primeiro que os dois passam juntinhos! Ano passado comemoramos mas a Ninoca ainda estava na barriga...

E enquanto os dois estão lá na sala brincando, deixo aqui uma singela homenagem para o melhor pai do mundo que eu escolhi para minha/nossa filha.

Tiago, amamos você! Feliz, feliz, feliz Dia dos Pais com a nossa pequena e comigo. Um beijo!


domingo, 5 de agosto de 2012

Fofura do dia

Não deixo a Marina comer doce... sou superdura correta com a alimentação dela.

Nem iogurte eu dou... E sempre que vamos à sorveteria, damos um palitinho para ela brincar enquanto tomamos o sorvete... Mas hoje ela começou a fingir que comia e imitava a gente. Não resisti e filmei  pedi para o Tiaguinho filmar. Olha isso:



Se bem que agora vendo o vídeo, não é que a danadinha experimentou sorvete mesmo?

segunda-feira, 30 de julho de 2012

E foi assim que a Marina andou...

Hoje, dia 30 de julho, é uma data especial. A Marina começou a andar sozinha!

Digo sozinha porque ela já perambulava pela casa a algum tempo. Dava dois, três passinhos e caía. E aí se segurava em tudo: parede, cadeiras, sofás. E ia chegando no lugar desejado.

Depois começou a pedir para dar a mão pra ela. E assim andávamos, de mãos dadas [Aaiii, minhas costas!]

Hoje, na hora do almoço, a babá diz: "A Marina já anda e ninguém me avisou?". Nem eu sabia...

Ontem ela andava de mãos dadas e hoje ela anda sozinha. Simples assim. Como um passe de mágica.

O almoço foi para contar a boa nova, a gente ligando pra Deus e o mundo, enquanto a pequena caminhava de um lado pro outro.

Linda da minha vida! Aos 11 meses, você já anda. E a cada passo dado, vem, de quebra, um mega sorriso. Amamos você!



sexta-feira, 20 de julho de 2012

11 meses

E hoje a nossa menininha faz 11 meses!

Em breve fotos do bolinho que o pai dela comprou para cantarmos o último mesaniversário da pequena, antes da grande data, no dia 20 de agosto!

Oito dentes, muitas gracinhas e muita alegria pra vida da gente.

Viva a Marina!


Na festinha do amigo João Lucas



terça-feira, 10 de julho de 2012

Sobre aleitamento materno

Acho que nunca escrevi sobre isso aqui no blog. Acho que porque eu tive muita dificuldade no início. Foram dias e dias de choro, nervosismo, ansiedade, cansaço e dor, muita dor.

Eu tenho o formato ideal do bico do seio, pontudinho e ótimo para o bebê mamar, dizia a médica. E cuidei durante toda a gravidez para não rachar, usei creminhos e tal. E tive leite, muito leite. Mas a Nina não sabia sugar. E ela chorava com fome e eu também, mas de dor e frustrada por não conseguirmos. E quando "aprendeu" a sugar, machucava o seio porque não tinha a "pega correta". O resultado: ferimento, sangue, dor.

Ela chorava com fome e eu chorava para amamentar porque doia, porque sangrava e não estava sendo um momento feliz nem pra mim e nem pra ela. Uma enfermeira, aliás duas, foram lá em casa para me acalmar, ensinar a forma correta [ eu já tinha até feito curso com o Tiago!] e aprender a massagear os seios já que estavam empedrados porque enchiam demais e  a Marina não sugava direito. Cada massagem era como se eu levasse uma surra. Dor, dor, dor. 

Uma bombinha elétrica foi comprada para me ajudar. Mais dor, dor e muita dor. Eu achava que seria assim pra sempre... e não foi. Graças a algum ser superior.

Os dias foram passando, a dor foi diminuindo [ou eu teria me acostumado?] e o ato de amamentar se tornou prazeroso. Mas por amamentá-la com leite materno eu quase não saia de casa. E isso me estressava um pouco. Daí tomei coragem e resolvi ir ao salão fazer as unhas. E usei a bombinha e guardava o leite na geladeira. De madrugada, o seio enchia mais e eu retirava e armazenava. E assim fui aprendendo a ser mãe, a usar o plano B.

Hoje a Marina está com dez meses e já não mama mais. Parou esses dias. E eu sinto muita falta disso tudo, do nosso momento. Era gostoso demais a gente se olhar, ela fazer carinho  no meu rosto, segurar o pingente da minha correntinha... E eu a enchia de beijos. Vale um outro post sobre o assunto. Fico emocionada só em lembrar que não temos mais isso juntas.

Todo mundo sabe dos benefícios do aleitamento materno para o bebê. Mas a mãe ganha muito com este momento também. Acho que amamentar, no meu caso, fez com que eu tivesse a realização de tudo que eu imaginava o que seria ser mãe [aquela imagem da mulher segurando um bebê]. E eu agradeço várias pessoas, principalmente o Tiago, que me ajudou quando queria desistir, que me deu bronca, que me mostrou o que seria melhor para a nossa pequena.


E também a minha irmã Tricya, que esteve presente nos primeiros e mais difíceis dias da adaptação. Eu costumo dizer que doram os 30 dias mais complicados da minha vida. Eu tinha medo da Nina, medo de errar, medo da sensação que a vida/sobrevivência dela dependia de mim. #fantasmas.

Daí que dia desses, a Priscila Viana, jornalista querida lá de Aracaju, fez uma matéria sobre o tema e pegou um depoimento meu. Aí está o resultado! #achochique


domingo, 1 de julho de 2012