sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sobre o poder de um pequeno ser

Ter um filho é mó trabalheira. A casa tá sempre uma bagunça. A atenção tem que ser redobrada e aquele papo de ter de se virar em mil para o casamento não ser esquecido é  pura verdade...

Aí você tem um dia de cão no trampo mais o fator TPM que te ronda. A vontade de gritar, de esganar o filhodaputadeumjornalistazinhomediocrequeseacha não passa.

E aí que vem mais uma verdade pré-estabelecida pela mães que você ouvia por aí: "quando você chegar em casa, esquece tudo isso". E ontem, mais uma vez, tive essa prova.

A Marina "abre" a porta de casa quando eu chego, todo san-to di-a, e me recebe com aquele sorrisão cada vez mais cheio de dentes. Pronto. A casa está uma bagunça [e eu consigo ver graça naquilo tudo] e começamos a brincar com a tal bagunça espalhada, que se torna cenário para o que a imaginação permitir.

E minha face muda. E o sorriso reaparece. E o fim do dia muda. 

Vai ver que o filhodaputadeumjornalistazinhomediocrequeseacha não deve ter uma fofurice dessa na vida dele. Ô, que pena!

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