segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Queijo rosa

A Marina tá na fase das descobertas das palavras, dos nomes das coisas, apesar de falar quase tudo.

Ontem, no café da manhã.

- Filha, você quer queijo?
- Não, quero esse rosa (apontando para o presunto).

E logo em seguida, comendo, disse:

- Ai, eu adorA queijo rosa!

queijo rosa > presunto
:)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Marina radical

- Não quer ir pá escolinha, mamãe.
- Mas filha, hoje o dia vai ser tão legal lá... Vai ter aula de música!
- Não qué aula de música. Qué aula de skate.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Leonina

Dizem que os leoninos não tem problema de auto-estima baixa.

Ontem tive a prova que isso é a mais pura verdade.

Estava chovendo... dei um banho nela e coloquei uma roupa mais quentinha [que costumo usar apenas para sair]. Penteei o cabelo, coloquei um lacinho no cabelo e ela foi se olhar no espelho e soltou: "EU SOU MUITO FOFINHA, NÉ? "

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Primos

A Nina tem três primOs, filhos dos meus irmãos. Então ela reina absoluta como "princesinha" da família materna. Queria muito que a convivência deles fosse maior e, por isso, sempre faço o possível para estarem juntos em datas comemorativas.

As fotos foram tiradas no fim de outubro, no aniversário de 3 anos do priminho Rafael. Nem preciso dizer que ela adorou...








A primeira vez no cinema

Ontem, dia 19 de janeiro, um dia antes da Nina completar 2 anos e 5 meses. Guarda esta data, pequena. Foi sua estreia no cinema.

A ideia era irmos ao Salvador Shopping, perto de casa. Mas quando chegamos na fila veio o anúncio que os ingressos tinham esgotado. Saímos correndo de lá e fomos para o Shopping Paralela. Não foi em 3D, mas conseguimos comprar. O filme escolhido foi Frozen: uma aventura congelante.

Claro que ela não entendeu a história mas ficou impressionada com "a TV grandona, mamãe" e dançou diversas vezes com as músicas divertidas e emocionantes que só a Disney consegue criar.

Update: No dia seguinte, a babá dela veio me perguntar se era verdade que ela tinha ido ao cinema. E mais, ela também falou detalhes do filme como " tinha um boneco de neve, muito gelo"... Não é demais?



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tagarela

A Marina já fala tudo direitinho. Forma frases e tudo mais.

Hoje pela manhã.

- Vamos brincar de bola com a Marina, mamãe?
- Não posso filha. Vou trabalhar.
- Por favor, vamos jogar. É divertido, mamãe!

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- Mamãe, o que você está fazendo?
- Tomando café, pequena.
- Ahhh, tá bom!

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Eu dando o almoço pra ela e ela enrolando...

- Filha, abre a boca, por favor?
- Deixa a carninha sair primeiro, mamãe.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sobre esperança

Foto tirada no centro de Porto de Galinhas/Pernambuco em uma das placas fofas que tem por lá


Levei a Nina ao consultório da pediatra em dezembro,  mais cheio que sempre, o que significa tempo e paciência. Encarei porque confio cegamente na médica dela e eu já estava atrasada na consulta dos dois anos.

Sem vontade de bater papo com outras mães e ficar disputando as gracinhas que os filhos fazem, sentei e esperei. Saí diversas vezes da sala lotada com a pequena para tomar um ar no corredor.  

Um cara chegou sozinho e não conseguiu mais vaga para o mês. Ele sentou ao meu lado e parecia perdido. Olhou para Nina e acertou em cheio a idade dela. Pediu minha opinião sobre a médica. Respondi. 

Ele tem um filho da mesma idade e descobriu “um problema que tem deixado a família muito triste” e queria falar com outros profissionais. Estava com uma agenda e me mostrou várias páginas preenchidas [a mão!] com nome, telefone, indicações, valores de pediatras. O retrato fiel do desespero de um pai.

Perguntei se ele não queria conversar com a pediatra, só pra ver se ela era especialista no assunto. Se fosse, valeria a pena marcar uma consulta ou ter uma opinião dela. E, por insistência minha, falei para ele passar na minha frente.

Não sei como foi a conversa dos dois. A última cena foi ele perguntando meu nome, agradecendo e segurando a porta para eu entrar na sala da médica. Ontem à noite, com insônia, lembrei da cena. E torci pra que ele não desista na procura. Tem [poucas] coisas nesta vida que vale a pena insistir.